Quanto mais perto chegam as eleições, mais aparecem os chamados messias da política brasileira. Políticos populistas, que acham que estão acima do bem e do mal e que com o seu carisma conseguem convencer multidões de suas ideologias alienantes.
Exemplos de políticos messiânicos não faltam em nosso país. Um país gigante, porém, onde apenas poucos partidos conseguem concentrar a maior parte do eleitorado. Estamos vivendo uma verdadeira guerra civil cibernética onde não existe certo e errado, não existe um bandido e um mocinho que salvará a nação. Na verdade, o que existe é uma grande quadrilha chamada politicagem brasileira que, através de alienação, feita principalmente pelas redes sociais, consegue colocar povo contra povo na tentativa que enobrecer partido A, B ou C.
Enquanto a população se digladia uns contra os outros, esses messias intocáveis, que nunca cometem erros e que são "perseguidos pela mídia", continuam usando de seus artifícios para se manter ou chegar ao poder.
Nesta altura do campeonato, tanto os progressistas quanto os conservadores já escolheram os seus messias, e isso as pesquisas já apontam. Só nos resta, enquanto cidadãos, torcer para que esses messias "peguem os seus banquinhos e saiam de mansinho" o mais rápido possível, pois infelizmente a grande massa, que ainda acredita em Papai Noel, fará de tudo para elegê-los em 2018.