| Divulgação |
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| Mais de 100 calouros trabalharam na ação, que integra o projeto Ao Vivo e em Cores; ao todo, 18 revitalizações de espaços públicos foram feitas, desde o início do projeto |
Membros do projeto Ao Vivo e em Cores da Unesp promoveram a 6.ª edição do Trote Solidário, na última quarta-feira (28). O evento teve o objetivo de revitalizar partes da escola estadual Professora Maria Eunice Borges de Miranda Reis, no Parque Jaraguá.
Com a participação de 214 pessoas, foram realizadas atividades que incluíram a pintura de diversos espaços da instituição, construção de áreas de convivência, reforma da biblioteca e atividades com os alunos.
O Trote Solidário faz parte de uma série de atividades que vêm sendo realizadas pelo projeto na escola, desde o início do ano passado. Segundo o coordenador Felipe Takeuti, o foco das ações é estimular os estudantes a ocupar e conservar os espaços públicos da cidade.
Além disso, para a voluntária Daiane Tadeu, o evento não só é benéfico para a comunidade, como também estimula uma integração saudável entre os ingressantes de todos os cursos da Unesp. Foram mais de 100 calouros trabalhando durante a ação.
O Ao Vivo e em Cores já realizou 18 revitalizações de espaços públicos na cidade de Bauru, incluindo parques, escolas e asilos. A proposta do projeto é continuar desenvolvendo trabalhos na escola estadual Professora Maria Eunice, planejando uma nova ação para o mês de setembro.
Esclarecimento
Em matéria publicada na edição de ontem do Jornal da Cidade, na página 7, com o título ‘Sessão de fotos ajuda conscientizar sobre a inclusão social de autistas’, a professora Cristiane Arruda, 42 anos, relata, em entrevista, as dificuldades enfrentadas em razão da discriminação e falta de conhecimento, inclusive no ambiente escolar, de crianças autistas. No entanto, ela destaca que esta não é a realidade de seu filho, Davi José, 3 anos. Pelo contrário, na escola frequentada pela criança, a adaptação foi tão facilitada que, inclusive, foi mantido o mesmo professor por anos consecutivos. Mas como profissional em outras instituições, especialmente há mais de oito anos, ela já presenciou dificuldades de crianças autistas, no ambiente escolar.
