Entrelinhas

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Tarifa
A prefeitura recebeu nesta quarta-feira as respostas da Emdurb a parte das questões formuladas pelo vereador Eduardo Borgo (PMB) sobre o projeto, de autoria do Executivo, que reduz o valor da tarifa do transporte público urbano e, ao mesmo tempo, reajusta o valor pago às empresas concessionárias do serviço.

Tempo
Após análise e eventuais ajustes por parte da prefeita Suéllen Rosim (PSC), que foi para a Capital paulista ontem (19), as respostas serão remetidas à Comissão de Meio Ambiente, Higiene e Saúde do Legislativo, presidida por Borgo, que formulou as perguntas com base em indagações do Conselho de Usuários do Transporte de Passageiros. Um dos contratos do transporte coletivo vence no próximo domingo (23).

Fogo amigo
Alvo de reclamações fora do Palácio das Cerejeiras (por parte, por exemplo, de entidades e até da iniciativa privada), o Jurídico da prefeitura também tem recebido queixas contundentes de servidores de várias pastas. Já é praticamente consenso entre eles que o excesso de cautela em análises e pareceres tem travado processos de interesse coletivo, que levam tempo exagerado para alcançar o desfecho.

Pedro atira
O ex-deputado Pedro Tobias (PSB), de Bauru, fez duras críticas ao ex-governador João Doria por ocasião do anúncio de sua desfiliação do PSDB, partido que Tobias presidiu no Estado. "Doria anunciou a desfiliação do partido que ajudou a afundar. Já foi tarde", atirou. O ex-governador, diz Pedro, não respeitou a história do verdadeiro PSDB - a social democracia - e permitiu que neoliberais tomassem conta do ninho tucano.

Vai contestar?
A Câmara de Bauru aprovou projeto que obriga bancos do município a manter um segurança junto aos terminais de caixa de suas agências. Autor da proposta ao lado de José Roberto Segalla (União Brasil), o vereador Coronel Meira (União Brasil) sinalizou que a Febraban está de olho no texto e pode contestar o conteúdo nos tribunais. "Pode vir, Febraban!", exclamou Meira.

A conferir
O governo aguarda com expectativa o julgamento das contas da Cohab dos exercícios de 2021, já encerrado, e 2022, ainda em andamento, pelo Tribunal de Contas de São Paulo (TCE). As contas da autarquia foram sucessivamente reprovadas na última década, e a gestão Suéllen implementou "novas políticas de governança" no órgão. É a aposta da prefeitura para convencer o TCE de que, apesar da situação ainda catastrófica nas finanças da Cohab, algo está sendo feito para melhorar o problema.

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