E os deficientes mentais? E os de mobilidade reduzida nos quais incluímos os deficientes visuais e seus cães guias? Não vimos até agora nos órgãos midiáticos proposta alguma direcionada a trinta por cento ou mais da população brasileira!
Um candidato usa mais da metade do seu tempo atacando o concorrente, mais adversário que concorrente, na verdade. Em seguida, promete recomeçar todas as obras paradas dos antecedentes. O povo que não pode se locomover diante da televisão ou rádio ouve desencantado tudo que não entende e espera o dia seguinte. Nada de novo! Mesmo porque todo restrito é invisível à ganância e poder dos candidatos.
Tem pessoa ilustre e bem informada que não aprova o Direito Legal humano por pensar que é minoria o número de pessoas com deficiência. Triste contradição! A minoria cada dia se agiganta aos olhos, mas, como já dissemos, é invisível!
Como cidadãs incluídas socialmente, intelectualmente e pedagogicamente numa comunidade de referência educacional e médica, haja vista o nosso querido Centrinho (Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais), que atende todos os países da América do Sul, resgatando a vida com sorriso, o Zoológico Municipal, a Igreja Tenrikyo de Dendotyo do Brasil, as universidades Unesp (Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho") e USP (Universidade de São Paulo). Bauru, berço de talentos e personalidades como o atual deputado federal Rodrigo Agostinho e o eterno prefeito Alcides Franciscato. Garanto que todos têm visibilidade intensa.
Nosso objetivo com esta modesta missiva é alertar o povo e os diretamente interessados de que as pessoas com necessidades especiais de hoje, e do futuro, estão abandonadas pelos atuais governantes e os do amanhã. Junte-se a nós pela igualdade neste país, onde nasce, cresce, vive e espalha o preconceito, raramente semeando a isonomia na oratória e na rotina do dia a dia.
Muito em moda é o discurso da diversidade! Queremos programas de governo e não promessas vazias!