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Dia Mundial de Combate à Paralisia Infantil

Mauricio Agostinho Antonio
| Tempo de leitura: 2 min

A paralisia infantil - poliomielite - é uma doença altamente contagiosa e não tem cura. Ela causa a paralisia e, às vezes, a morte. O melhor remédio é a prevenção. Desde a década de 1960, existem programas de vacinação por via oral, quando apenas uma gota de vacina protege as crianças por toda a vida.

Em 1985, essa doença afetava cerca de 350 mil crianças, quase 1.000 por dia, em todo o mundo. Nesse ano, foi lançada a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, numa parceria com a Organização Mundial de Saúde, Rotary International, Centro Norte-Americano de Controle e Prevenção de Doenças e Unicef, com a colaboração dos serviços de saúde de vários países.

Em 1988, o Rotary lançou um programa de imunização denominado Polio Plus, através do qual rotarianos de todo o mundo se engajaram na luta pela erradicação da doença.

O Rotary é uma organização humanitária com mais de 1,2 milhão de associados em 34.000 Rotary Clubs em cerca de 200 países e áreas geográficas. Os rotarianos são líderes empresariais e profissionais que compartilham o desejo de fazer do mundo um lugar melhor por meio de serviços humanitários.

Com um investimento internacional de mais de US$ 9 bilhões e o engajamento de mais de 200 países e 20 milhões de voluntários, a pólio pode ser a primeira doença do século XXI a ser erradicada.

O Rotary contribuiu até agora com mais de US$ 1 bilhão e 500 milhões e incontáveis horas de trabalho voluntário para combater a paralisia infantil, quando mais de 2,5 bilhões de crianças foram imunizadas contra a doença.

Neste ano de 2018, 19 casos de poliomielite pelo vírus selvagem foram confirmados em 2 países, o Paquistão e o Afeganistão.

Falta muito pouco para a erradicação total dessa terrível doença.

Juntem-se aos esforços do Rotary.

A região de Bauru possui mais de 250 rotarianos em 10 Rotary Clubs trabalhando a favor do combate à paralisia infantil.

Procurem um rotariano ou um Rotary Club e informem-se como ajudar.

O autor é integrante do Rotary Club Bauru Terra Branca.

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