TRADIÇÃO
O Atlético-PR inicia hoje na Colômbia a luta pelo primeiro título internacional de sua história, contra o Junior Barranquilla, na final da Sul-Americana. A volta será dia 12 em Curitiba. Sou fã do Rubro-Negro do Paraná, um dos clubes mais organizados do País, dono do espetacular CT do Caju e da Arena da Baixada, estádio brasileiro mais parecido com os da Europa. Só não concordo com a diretoria em querer mudar a cor, escudo e até o nome do clube. Tradição é tradição. Petraglia, homem forte do Furacão, quer novidade e acha legal o time ser só Paranaense, alegando que tem muito Clube Atlético por aí (Mineiro, Boca, River). Tenho a impressão que paranaenses e gaúchos vibram mais com seus hinos estaduais do que com o Hino Nacional, e mudar identidade visual é comum no Sul. Ganhei do saudoso Dedê, campeão catarinense de 1982, camisa azul e branca do Criciúma. Agora é amarela e preta.
FUSÕES
Acho que Curitiba é recordista mundial nas fusões. Em 1914, Leão e Tigre formam o Britânia, e no mesmo ano nasce o Savóia. Em 1915 surge o Água Verde que é incorporado pelo Savóia em 1920, saindo da fusão o Palestra Itália. Em 1930 nasce o Ferroviário. Na Guerra Mundial o Palestra Itália troca de nome para Paranaense que muda para Comercial e depois Palmeiras. Em 1942 o Savóia troca o nome para Brasil. Após a Guerra o Palmeiras volta a ser Palestra Itália, e Brasil vira Água Verde. Em 1971, Britânia, Palestra Itália e Ferroviário fundem-se para formar o Colorado e no mesmo ano o Água Verde passa a ser Pinheiros. Em 1989 Colorado e Pinheiros dão origem ao Paraná Clube
MELHORES
Como era esperado, Dudu foi eleito o craque e Felipão melhor técnico. Na Seleção do Brasileirão não gostei do setor defensivo. Legal o meio com Rodrigo Dourado, Bruno Henrique, Paquetá e Arrascaeta. Deu a lógica no ataque: Dudu e Gabigol
PULO DO GATO
A Ferroviária era a favorita mas o Votuporanguense ganhou a Copa Paulista em plena Arena Fonte Nova, e seu artilheiro Bruno Baio está na mira de times do exterior
MEMÓRIA
Paulista de 1990: São Paulo 0 x 0 Noroeste, no Morumbi. Árbitro: Renato Marsiglia. São Paulo: Anselmo; Cafu, Adílson, Ricardo Rocha e Ronaldão; Flávio, Raí e Renatinho; Mário Tilico, Edmílson (Elivélton) e Nei. Técnico: Carlos A. Silva. Noroeste: Rubens; Marcos Coco, Maurício Cosin, Juliano e Dinho; Catanoce, Adaílton (Pato) e Chicão (Cardim); Lela, Rodinaldo e Marquinhos. Técnico: Lopes
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço dr. Luiz Henrique de Oliveira Godoy.