Um amor não nasce de um dia para o outro. Infelizmente, o mesmo não acontece com o Brasil. Após a notícia que Ricardo Vélez, ministro da Educação, enviou uma circular às escolas fortificando a cantarem o Hino Nacional, incluindo a leitura do slogan de Jair Bolsonaro e que o ato seja gravado, gerou-se uma grande reviravolta na internet.
Acontece que, por lei, o Hino Brasileiro deve ser exaltado. No entanto, isso não é uma obrigação (para os conservadores do patriotismo, algo inaceitável). Mas patriotismo não é cantar hino e colocar a mão no peito frente à bandeira.
Segundo a ministra Damares Alves, isso é o "resgate das antigas matérias de educação moral e cívica", e, ainda, defendeu que o ato deve ser gravado e enviado ao governo.
No entanto, o patriotismo no Brasil não é visto a olho nu, e muito menos como uma preocupação do cidadão brasileiro.
Para que o povo seja patriota, respeite a sua nação com afinco, é preciso que o processo seja recíproco.
Aqui no Brasil as coisas são diferentes. Desigualdade social, educação precária, miséria, corrupção e outros infinitos problemas socioeconômicos aqui existentes.
O pior? São problemas comandados por quem aqui habita. Independente de governo A ou B, mas ser patriota no Brasil é para quem navega em grandes rios.
Os nossos representantes não gostam do Brasil. Se gostassem, não colaborariam para o nosso próprio fracasso. Para que a gente viva o patriotismo, ainda tem muito chão pela frente.