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Mulher feita refém em assalto a Viracopos está na UTI

Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 2 min

Campinas - A mulher tomada como refém por um assaltante após o ataque ao terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Celso Pierro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). De acordo com a Polícia Militar (PM), a refém teria sido atingida na região lombar por estilhaços do tiro disparado pelo sniper (atirador de elite) que atingiu e matou o criminoso.

A vítima passou por uma cirurgia na quinta-feira. Segundo a PM, o quadro da refém é estável. A assessoria do hospital informou que a família não autorizou divulgar informações sobre o estado de saúde da vítima. A criança de 10 meses que estava no colo da mulher não sofreu ferimentos. O nome dela também está sendo mantido em sigilo.

MUNIÇÃO

A quadrilha que invadiu o aeroporto de Viracopos para roubar um carregamento de dinheiro que seria levado de avião para a Inglaterra tinha um arsenal com armas de guerra. Conforme lista divulgada nesta sexta-feira (19) pela Polícia Federal (PF), foram apreendidas nove armas, entre elas fuzis de alta letalidade, e farta munição com os criminosos.

A PF acredita que cerca de 20 homens participaram da ação, três foram mortos em confronto com policiais militares. Houve ainda cinco feridos, três seguranças, um policial e a refém. Parte das armas e munições estava no fundo falso de um caminhão de lixo, usado na fuga pelos bandidos.

Conforme a lista, foram apreendidos dois fuzis AK 47, um fuzil calibre 5.56, um rifle artesanal calibre .50 com mira telescópica - arma capaz de derrubar um helicóptero -, três pistolas Glock calibre .40, dois revólveres, 13 carregadores, 16 estojos de munição, 423 munições diversas e um capacete balístico.

A investigação não descarta que os criminosos que fugiram estivessem com outras armas. As buscas pelos suspeitos continuavam nesta sexta, sob sigilo.

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