Depois de 19 edições, o Brasil Open sai do calendário dos grandes torneios. Em 2020, será disputado no final do ano, mas no nível Challenger (torneio médio). Assim, quem quiser assistir de perto alguns dos melhores tenistas do mundo, terá que ir ao Rio de Janeiro. Entre os dias 17 a 23 de fevereiro, serão disputados os jogos da chave principal do Rio Open-ATP 500. Já confirmaram presença o austríaco Dominic Thiem, 4 do mundo, o italiano Matteo Barretini, 10, o croata Borna Coric, 28, e o argentino Diego Schwartzman, 14 do mundo. O local do evento é o Jockey Club Brasileiro.
BRASILEIRA
A tenista brasileira Beatriz H. Maia, atualmente na posição de número 119 no ranking mundial, a melhor entre as brasileiras, segue impedida de jogar. No torneio de Wimbledon (julho), exame antidoping acusou substância de uso proibido. A tenista se revelou inocente e recorreu. Até agora nenhuma resposta. Nem sobre o tempo de suspensão.
DICA
Entre tenistas amadores, a maioria dos erros acontece porque tentam devolver a bola baixa demais e muitas vezes acabam ficando na rede. Entre os profissionais, notamos que os erros de bolas na rede são poucos. Sendo assim, imagine uma rede bem mais alta do que é na realidade e tente mandar a bola por cima dela. Além de diminuir os erros de bolas na rede, irá melhorar também a profundidade de seu golpe.
DICA
Na próxima vez que enfrentar um adversário melhor que você, evite frustrar-se. Escolha metas que você pode alcançar. Devolver um bom número de bolas antes de errar ou estar com o corpo equilibrado na execução do golpe, são metas que estão ao seu alcance. Lembre-se o porquê você joga tênis: para estar com amigos, para fazer exercícios ou pela emoção da disputa. Se não é dentro de uma quadra de tênis que você ganha a vida (dinheiro), faça do jogo algo que lhe dê prazer e não algo que lhe angustie.
CURIOSIDADE
O suíço Roger Federer revelou, em sua opinião, como seria o jogador perfeito. Saque: Pete Sampras ou John Isner. Direita: Fernando Gonzáles. Esquerda: Novak Djokovic ou Andre Agassi. Garra: Rafael Nadal. Voleio e toque: Stefan Edberg ou Rod Laver. Força mental: Bjorn Borg. Educadamente, Federer não incluiu nenhum de seus golpes.