Buenos Aires - O governo da Argentina, comandado por Alberto Fernández, não extraditará o ex-presidente boliviano Evo Morales nem seus filhos, que hoje vivem com ele em endereço desconhecido em Buenos Aires.
Na quarta (18), a Procuradoria da Bolívia emitiu uma ordem que obriga Evo a prestar depoimento ao Ministério Público, após uma denúncia de seu suposto envolvimento com crimes de sedição e terrorismo. A denúncia tem base em um áudio no qual supostamente se escuta a voz de Evo dando instruções a um de seus partidários, o cocaleiro Faustino Yucra, para bloquear estradas.
STATUS
A Presidência recebeu a ordem de condução coercitiva, mas lembrou que o ex-líder boliviano tem status de refugiado, com "imunidade e proteção diplomática".