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O Corinthians encara o Guaraní nesta quarta-feira, 12/2, às 21h30, na arena em Itaquera, em duelo para definição do semestre. Se eliminar o adversário, irá à última etapa preliminar da Copa Libertadores antes da fase de grupos. Se for eliminado, restará o Campeonato Paulista para se preocupar.

A eventual saída precoce também colocará pressão no trabalho de Tiago Nunes. O treinador tem alternado altos e baixos no início de trabalho no clube. Em oito jogos foram três vitórias, um empate e quatro derrotas, com apenas 41% de aproveitamento. Detalhe que nessas partidas, o time só não sofreu gol em uma: na vitória por 2 a 0 sobre o Santos.

No total foram nove gols sofridos na temporada, número que preocupa em um jogo como o desta quarta porque há a regra do gol fora de casa. Como perdeu o duelo de ida por 1 a 0 no Paraguai, a equipe paulista precisa vencer por dois gols de diferença para garantir a classificação no tempo regulamentar - se devolver o placar da primeira partida a decisão vai para os pênaltis. Se levar um gol e sair atrás do marcador terá de fazer pelo menos três para avançar. Lucas Piton assumirá a vaga de Sidcley na lateral esquerda. Contratado para ser titular, Sidcley tem demonstrado que ainda está longe da forma física ideal. 

A expectativa maior fica pelo retorno do meia Pedrinho. Depois de defender a seleção brasileira no Pré-Olímpico da Colômbia, ele voltou a treinar com o elenco corintiano na terça e pediu para começar hoje.

TABU

A partida em Itaquera também será a oportunidade de o atual elenco acabar com um incômodo tabu na Libertadores. O Corinthians nunca se classificou em casa em mata-mata no torneio continental. Foram três eliminações nas oitavas: em 2015, caiu diante do próprio Guaraní com derrota. No ano seguinte foi eliminado pelo Nacional, do Uruguai. Em 2018 chegou a vencer o Colo-Colo por 2 a 1, mas deu adeus por causa do gol fora de casa.

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