O simpático Honda E, o carro 100% elétrico da marca japonesa, chega ao mercado em duas versões, com diferentes autonomias, potências e preços para abraçar um público exigente e consciente, que é cada vez maior. O modelo se caracteriza por um estilo minimalista, feito de linhas simples, mas ao mesmo tempo racionais. O espaço foi projetado para garantir o máximo conforto, mesmo em dimensões compactas, com 3,90 metros de comprimentos. O visual retrofuturista com referências aos anos 1970 embala um habitáculo que é um verdadeiro concentrado de tecnologia, a partir do painel digital, dominado por duas telas sensíveis ao toque de 12,3 polegadas.
Na versão de topo, Advanced, há duas outras telas nas extremidades do painel. Elas exibem as imagens das duas câmeras retrovisoras, que substituem os espelhos externos.
A base dessa máquina de emissão zero é o conjunto de baterias de íons de lítio que somam 35,5 kWh e alimentam o motor elétrico, que têm duas potências disponíveis, dependendo da versão: 136 cv na configuração standard e 154 cv na Advanced. O motor fica na parte traseira do veículo, as baterias entre os eixos e o eixo de tração é o traseiro.
A versão com potência de 136 cv tem autonomia de 222 quilômetros, enquanto na configuração de topo, de 154 cv, ela é reduzida para 210 quilômetros. Ambos têm a mesma a aceleração de zero a 100 km/h, em 8,3 segundos, e a mesma velocidade máxima, de 145 km/h. A recarga ocorre em 31 minutos com um carregador de 50 kW e em 18 horas com a tomada normal.
Há dois modos de condução para escolher: normal e esportivo e o modelo traz espátulas atrás do volante permitem um gerenciamento muito amplo do acelerador e do freio. Outro recurso que se destaca é o sistema Honda Parking Pilot, ou o estacionamento automático, que equipa a versão Advanced, e o Honda Sensing, que é de série e inclui todos os sistemas avançados de assistência ao motorista, ADAS.