Turismo

Remarcar sem custos é difícil

Nathalia Molina
| Tempo de leitura: 1 min

Lufthansa e Swiss saíram na frente na isenção para a remarcação de passagens aéreas compradas antes do agravamento da crise decorrente do novo coronavírus. Os viajantes que fecharam bilhetes antes de 5 de março, para realizar viagens até 30 abril de 2020, poderão programar nova data para voar até 31 de dezembro deste ano, sem pagar taxa de alteração. Segundo o Grupo Lufthansa, essa nova política de flexibilização foi adotada "visando minimizar os impactos para clientes que já haviam realizado suas reservas".

A americana Delta também tomou a decisão global de isentar os passageiros de taxas em alterações no embarque. Isso vale para quem fechou um voo com a empresa antes de 9 de março para viajar até 30 de abril.

No caso do voo da Latam suspenso temporariamente entre São Paulo e Milão, os passageiros podem solicitar o reembolso completo, remarcar a viagem ou mudar o destino do voo sem cobrança de multa ou diferença tarifária (dentro da validade do bilhete), segundo a empresa.

Para quem viajaria à Itália pela Latam, a companhia informou que todos os passageiros com voos até 30 de abril podem mudar a data do bilhete sem multa. A empresa também tornou as regras flexíveis para novas reservas realizadas até 22 de março, sem cobrança para mudar a viagem, desde que a alteração seja realizada até 14 dias antes da data original. Nos dois casos, os passageiros têm de embarcar até 31 de dezembro de 2020.

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