Regional

Após 43 dias, equatorianos retornam à sua terra natal

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 1 min

Quarenta e três dias. Este foi o tempo em que 47 estudantes do Equador ficaram "presos" entre Bauru e Piratininga, porque a sua terra natal fechou as fronteiras, na tentativa de conter a disseminação do novo coronavírus, conforme o JC noticiou. No último dia 24, um voo humanitário, finalmente, os levou de volta para casa.

De acordo com o dentista Carlos Alberto Rojas Vallejo, de 32 anos, o grupo saiu de Bauru rumo a São Paulo em 23 de abril. Na manhã do dia seguinte, embarcou para Quito. 

O avião transportou 182 equatorianos, que estavam em diversas outras cidades brasileiras, ao seu país de origem. "Embora nenhum de nós tenha qualquer sintoma de Covid-19, precisamos passar por avaliação médica assim que chegamos", relata.

POR PRECAUÇÃO

Além disso, o grupo ficará em isolamento por 14 dias, contados a partir da data do desembarque, em um hotel. "Nós ainda não pudemos ver as nossas famílias, mas a sensação é de alívio. Aproveito para agradecer o embaixador Diego Ribadeneira e toda a sua equipe consular", reforça.

Em nota, a Missão Diplomática do Equador no Brasil afirma que coordenou o voo de retorno. O órgão conseguiu, ainda, transferir as passagens já compradas pelos equatorianos, em outras linhas aéreas, para a Gol, que os levou de volta para casa, sem qualquer valor adicional. 

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