Economia & Negócios

Prefeitura reafirma: parte do comércio de Bauru ainda não poderá trabalhar com portas abertas


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Na tarde deste domingo (17), material encaminhado à imprensa pela assessoria da Prefeitura de Bauru informa que, em função do decreto estadual, uma parte do comércio da cidade ainda não poderá trabalhar com portas abertas, mas é permitido o funcionamento não presencial daqueles já previstos nos decretos municipal e Estadual. A assessoria lembra que a Justiça em Bauru também já proferiu sentença neste mesmo sentido, esclarecendo que o comércio, por não ser uma atividade essencial, não poderá voltar à sua normalidade enquanto perdurar a restrição da quarentena.

"A Prefeitura lamenta a situação e se solidariza com as aflições dos comerciantes, tanto que adotou um conjunto de medidas importantes de suspensão de impostos para auxiliar os comerciantes bauruenses durante este processo. A pandemia atinge de forma dura a atividade comercial, não só em nosso município, mas no mundo todo. Sabemos dos infinitos efeitos e dificuldades para a economia. Mas também sabemos que o único caminho para preservar vidas neste momento é o isolamento social. Neste contexto, cabem aos municípios seguir as normas gerais definidas pela União e pelo Estado. Todas as cidades que tentaram afrontar as regras atuais foram obrigadas a voltar atrás. Foi o caso de São José dos Campos, Santo André, Campinas, Marília, Lençóis e muitas outras", informa ao texto.

A Prefeitura de Bauru desenvolveu um plano técnico, fundamentado por critérios estatísticos, científicos e epidemiológicos denominado Pacto por Bauru, que está sendo apresentando ao governo do Estado, visando instituir um processo gradual de reabertura das atividades econômicas com responsabilidade e transparência nas ações de monitoramento.

O Pacto por Bauru prioriza a retomada das atividades mais afetadas e institui um conjunto de regulações para conter situações de risco. Os protocolos estão sendo elaborados ouvindo diferentes setores econômicos e os órgãos sanitários responsáveis. "Mais uma vez lamentamos a situação atual, nos solidarizamos com os comerciantes e comerciários, mas reforçamos a necessidade de caminharmos juntos para logo sairmos desta situação e voltarmos à normalidade", completa o texto.

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