São Paulo - A Embraer afirma que estuda novas parcerias internacionais, inclusive para a produção conjunta de novos aviões, após a Boeing romper o acordo para a compra de sua área de aviação comercial.
"Estamos revendo nossa estratégia para os próximos cinco anos, e sem dúvida alguma há iniciativas para potenciais parcerias. Eventualmente, até parceria para produção, mas é muito cedo", afirmou o presidente da empresa, Francisco Gomes Neto.
Sem a Boeing e com a europeia Airbus já tendo comprado a linha de aviação regional da Bombardier, rival canadense da Embraer, sobram no mercado empresas emergentes da China, Japão, Índia e Rússia.
A fabricante paulista registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 434 milhões no primeiro trimestre.