Atitude

Distanciamento social impacta na saúde mental das pessoas

Claudinei Queiroz
| Tempo de leitura: 1 min

Com a determinação da quarentena no Estado há aproximadamente 70 dias, para tentar conter o surto de coronavírus, os problemas psicológicos do dia a dia foram potencializados. Os medos vão desde morrer em decorrência da doença ao temor de passar fome. Esses temores aumentaram as sensações de ansiedade, insegurança, tristeza e outros sentimentos ruins diante do isolamento social e das incertezas em relação ao futuro.

"Eu diria que as pessoas normais estão com esses medos porque senão elas não seriam normais. As que já têm neuroses, psicoses e outras coisas mais poderão até entrar em negação da quarentena", afirma Maria de Fátima Mora, presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa.

Por causa dessa nova realidade, Maria de Fátima se uniu a um grupo de cerca de 150 profissionais para criar a Rede de Apoio Solidário em todo o País, que faz o atendimento psicológico de pessoas que precisem de tratamento durante a quarentena. Essa rede se junta ao CVV, que possui cerca de 3.500 voluntários em todo o território nacional para atender 24 horas por dia no telefone gratuito 188, por e-mail ou por chat.

Além de buscar o auxílio com profissionais, há algumas dicas que podem ajudar a manter a saúde mental. Confira abaixo algumas delas.

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