Tribuna do Leitor

Por trás dos palavrões do Bolsonaro!

Cesar Augusto Teixeira de Carvalho - Prof. Dr. aposentado do Dep. de Engenharia Civil - Faculdade de Engenharia da Unesp - Bauru
| Tempo de leitura: 3 min

Hoje sabemos que, antes do Bolsonaro, a coisa estava muito mais podre do que imaginávamos, pois é certo que havia um acordo velado de benefício mútuo entre políticos, mídias, empresários..., e o povo assistindo a tudo que nem bobo. O governo com gastos em publicidade sempre generosos, era retribuído pela mídia fazendo vista grossa para corrupção..., não existindo uma opção eleitoral com alguma chance de romper este estado de coisas. Mas, de repente, na última eleição presidencial, surgiu Bolsonaro chacoalhando tudo e mostrando a hipocrisia existente.

Cheguei a pensar: será ele mais um espertinho, querendo ocupar um espaço novo? Por curiosidade estudei um pouco de sua história e vi que tinha passado quase 30 anos como deputado federal, sempre aguerrido, assediado e nunca corrompido, com poucos projetos aprovados, pois não entrava no jogo, sendo sistematicamente boicotado pelos colegas. Na campanha eleitoral, Bolsonaro foi sendo ouvido, foi se firmando e, no final, concorrendo com ele estava o PT do Lula que tinha acabado de destruir o País. Eleger o PT seria o mesmo que avisar: pode fazer outro desastre até pior que a gente adora sofrer! Com apenas uma alternativa, votei no Bolsonaro que foi eleito com quase 60% dos votos (acho até que foi mais), começou a governar como prometeu e a confiança nele foi se firmando. No 1º ano de governo, estabeleceu o equilíbrio das contas públicas, dando apoio e segurança ao setor privado para a geração de empregos; combate à corrupção e privilégios; abastecimento de água e novas rodovias nas regiões carentes; trabalho constante para desaparelhar o Estado; e muito mais.

A oposição não se conformou com o Brasil no rumo certo, ameaçando o retorno deles ao poder. Líderes que se diziam "democráticos", como Lula e FHC, não aceitaram a eleição democrática de Bolsonaro e já começaram uma campanha para derrubá-lo. Mas como agir se ele estava fazendo tudo certo!? Como não têm o que falar, começaram a boicotar suas pretensões através do STF, Congresso, ..., e criaram a jogadinha de supervalorizar seus palavrões, como parte da estratégia de desviar a atenção do principal, que é ignorar o que ele vinha fazendo, justamente pra não divulgar o que era realizado de bom e evitar promovê-lo. Tudo é para mudar o foco, e esconder também o maior motivo da oposição, pois acabaram as mamatas, a corrupção e os privilégios. E, caso ele não reagisse como reage, certamente seria também criticado: "Nossa, ele não fala nada! Parece fraco pra o cargo".

Entretanto, tudo caminhava bem quando, no 2º ano do governo Bolsonaro, surgiu o "corona vírus". Não deu outra! A oposição, caracterizada pela "esquerda & associados" (Globo, STF, Congresso, ...), quis aproveitar a oportunidade para tentar criar o caos e derrubá-lo. Além do vírus que pode matar, o presidente também estava preocupado com os empregos e o abastecimento, afirmando que muita gente iria é "morrer de fome" caso essa parte não recebesse atenção especial. Extrapolando mais uma vez suas funções, o STF decidiu que "os prefeitos mandam nos municípios e os governadores nos estados", ou seja, o presidente não manda em ninguém, mas, quando alguém morria, a Globo insinuava que a culpa era do Bolsonaro. E se o presidente fizesse o inverso, como apoiar o isolamento social, esquecendo da economia? Ora, provavelmente a Globo estaria também jogando a culpa no Bolsonaro, mostrando as empresas falidas, os pobres e os autônomos passando fome. Não tinha jeito! Ficou ridículo e lamentável o nível que chegamos de "auto destruição", mas, a oposição se esqueceu do principal: o povo já vinha percebendo as jogadas e continua apoiando Bolsonaro.

Comentários

Comentários