No depoimento da tarde, Sara afirmou em depoimento que o grupo "300 do Brasil" não pede a intervenção militar, e que o ato realizado pelo grupo com tochas e máscaras, no dia 30 de maio, foi baseado em uma passagem da Bíblia. Segundo a CNN Brasil, que teve acesso ao depoimento completo, Sara afirmou às autoridades que o protesto realizado em maio em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal) — que chegou a ser comparado com ações da Ku Klux Klan — foi baseado no livro de Juízes, 7:16. Ela apontou que foi uma manifestação pacífica e sem depredação e pediu para ficar na sede da própria PF porque está sofrendo perseguição.
O trecho indicado por Sara na Bíblia diz acerca de ação divina que "então dividiu os 300 homens em três companhias; e deu-lhes a cada um, nas suas mãos, buzinas, e cântaros vazios com tochas neles acesas".
Ela negou receber apoio financeiro para ser bolsonarista.