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Após três vitórias, Seleção tem 1.º grande teste contra Uruguai


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A Seleção Brasileira terá finalmente nesta terça-feira (17), às 20h, em Montevidéu, um teste difícil pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar, em 2022. A equipe do técnico Tite venceu nas três rodadas anteriores os três últimos colocados da classificação e agora terá de jogar contra o Uruguai, fora de casa, com vários desfalques causados por lesões e duas baixas provocadas pelo coronavírus (Casemiro e Gabriel Menino).

Mesmo líder da competição e único time com 100% de aproveitamento, o Brasil ainda não conseguiu empolgar o torcedor A dificuldade em vencer a Venezuela no Morumbi e a fragilidade do rival da estreia, a Bolívia, ajudam a explicar esse cenário. A equipe ainda bateu o Peru em Lima por 4 a 2 em uma partida equilibrada.

"Talvez algumas dessas equipes que vencemos não briguem para classificar, mas podem atrapalhar outros times. Vamos enfrentar o Uruguai, é uma equipe que vem forte", disse o técnico Tite. O Uruguai foi o país sul-americano de melhor campanha na última Copa do Mundo, com a quinta posição, uma acima do Brasil.

Na última rodada os uruguaios fizeram 3 a 0 na Colômbia, em Barranquilla. Enquanto o Brasil não tem as duas principais estrelas, Neymar e Philippe Coutinho, a principal dupla do Uruguai também não estará completa em campo. Suárez testou positivo para Covid-19 e está fora. Cavani vai jogar.

Entre a convocação de Tite e o jogo contra o Uruguai o elenco brasileiro teve oito cortes. Foram seis atletas lesionados e mais dois casos de Covid-19. Por isso, a equipe terá de se desdobrar para, mesmo sem ter a formação ideal, ser competitivo diante de adversário forte.

A Seleção Brasileira tem só uma dúvida para a partida. O volante Allan sentiu dores musculares e pode ser poupado. Um exame horas antes do jogo vai definir a escalação. Arthur será o substituto, se for necessário. No restante, a formação será a mesma utilizada na vitória por 1 a 0 sobre a Venezuela.

A atuação pouco inspirada não fez Tite pensar em mudanças no time. Ao contrário. "Enfrentar a Venezuela é uma proposta dentro de casa, agora diante do Uruguai será diferente. Vamos ser mais analisados defensivamente. Por outro lado, vamos ter mais espaço", comparou o treinador.

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