Regional

Operação cumpre mandados contra suspeitos de assalto a banco em 2019

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

Botucatu - Policiais federais dos Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul participaram, nesta quarta (16), da Operação Cuesta, deflagrada pela Polícia Federal para esclarecer o roubo qualificado praticado contra agência bancária da Caixa, em dezembro de 2019, em Botucatu (100 quilômetros de Bauru). Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de coleta de material genético (DNA) de sete pessoas suspeitas de terem atuado no ataque. Entre eles, um homem acabou preso em flagrante por possuir armas, munições e acessórios proibidos em casa.

Segundo a Polícia Federal, entre os demais suspeitos, estão também alguns presos nos sistemas federal e estadual.

O cumprimento das buscas que terminaram em prisão ocorreu no interior de São Paulo, mas a cidade não foi divulgada pela PF de São Paulo, que coordena a operação. Os armamentos não possuíam documentação e registro.

As equipes policiais também contaram com peritos criminais federais, que auxiliaram na coleta do material genético.

Essa espécie de material visa à obtenção de resultado probatório, por meio do cruzamento de DNA colhido em cenas de crime. O material genético de um suspeito consegue provar a participação ou não dele em crimes distintos.

Os dados obtidos, conforme a PF, serão também armazenados no Banco Nacional de Perfil Genético. Ferramenta que ajuda a interligar diversos locais de crimes processados pela perícia e dar celeridade às elucidações de delitos, principalmente de natureza patrimonial.

"Trata-se, portanto, de uma prova incontestável, pois encontrar o DNA em local de crime é um meio de inserir o suspeito dentro da cena investigada", ressalta a Polícia Federal por meio de nota.

O ATAQUE

Conforme o JC noticiou, na madrugada de 11 de dezembro de 2019, vários criminosos fortemente armados tomaram as ruas da cidade, disparando tiros, inclusive contra as forças locais de segurança de Botucatu. A quadrilha manteve diversas pessoas reféns como escudo humano, enquanto o bando promovia a explosão do interior da agência bancária, localizada na rua General Teles, no Centro, com objetivo de acessar os seus cofres. Por sorte, as vítimas não se feriram. O valor levado até hoje não foi divulgado.

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