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Teste forte


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A Seleção Brasileira feminina de futebol tem, neste sábado (24), a partir das 8h (de Brasília), no Miyagi Stadium, em Miyagi, seu primeiro grande teste nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Depois de passar fácil pela enfraquecida China, mede forças com a Holanda, vice campeã mundial.

Querendo o primeiro lugar da chave por um cruzamento menos duro, as comandadas da técnica sueca Pia Sundhage prometem explorar a "defesa lenta" das holandesas para assumir a liderança do Grupo F e encaminhar a vaga às oitavas. Vitória dá a classificação caso China e Zâmbia empatem.

Apesar da detecção do problema defensivo holandês, a seleção europeia compensa com seu ataque, como visto nos 10 a 3 sobre Zâmbia. Vivianne Miedema anotou quatro gols na estreia. A camisa 9 e "matadora" e não costuma perder chances. São impressionantes 77 gols em 97 partidas pela seleção. Barbra Banda fez outros três sobre as africanas.

A ordem no Brasil é ter atenção atrás e apostar na velocidade e movimentação constante para envolver a marcação holandesa e ir além do 0 a 0 entre ambas no último compromisso, há um ano.

"No último jogo contra elas, vimos que elas não têm uma linha defensiva tão rápida quanto a ofensiva. Então temos de estar ligadas e tentar usar desse ponto forte que temos, que é a velocidade", enfatizou Tamires.

A técnica desconversa, prefere a cautela e ressaltar as qualidades da oponente. "É o adversário mais difícil do nosso grupo. Tem boas jogadores ofensivas. Em 2017, quando dirigi a Suécia contra a Holanda, elas nos tiraram nas quartas de final. Têm treinadora experiente (Sarina Wiegman) e muito bem sucedida. Eu tenho muito respeito por ela e pelo time", advertiu Pia. "Mas estamos bem preparadas".

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