Eles podem parecer fofinhos, mas animais com sobrepeso e obesidade também sofrem com problemas de saúde. A família é parte importante: hábitos e comportamentos estão associados ao desenvolvimento da doença.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo com apaoio da Royal Canin mostra que a maioria dos tutores não é capaz de identificar a condição física do cachorro. Tutores com hábitos alimentares pouco saudáveis foram associados ao ganho de peso do animal - uma hipótese é que esses hábitos possam ser transferidos aos seus pets.
Cães que moram na mesma casa que uma pessoa idosa também são predispostos ao ganho de peso. Para a marca, isso pode refletir falta de caminhadas e de exercícios físicos. Esses tutores costumam passar mais tempo com os animais, o que aumenta as chances de o pet ganhar mais petiscos.
Os pesquisadores identificaram que a prevalência de sobrepeso atingiu cerca de 26% e de obesidade, aproximadamente, 15% dos animais. Segundo análise dos responsáveis, os resultados foram semelhantes aos encontrados no Reino Unido, Japão, China e Espanha, onde as estimativas da prevalência combinada de sobrepeso e obesidade variaram de 38% a 60%.
A alimentação correta não é o único fator para controlar o peso do pet. Ele precisa de exercícios regulares e o tutor deve sempre consultar o veterinário e manter exames de rotina do animal.
Então, se seu pet está gordinho, procure um veterinário. Ele vai fazer exames para saber se ele está bem e dar dicas do que fazer.