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Descarte de lâmpadas fluorescentes deve ocorrer nos locais da aquisição

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 1 min

Compostas por produtos altamente tóxicos, as lâmpadas fluorescentes e incandescentes, caso jogadas no lixo comum, podem contaminar o solo, a água, as plantas, os animais e até as pessoas. Pensando nisso, a Política Nacional de Logística Reversa determina o descarte nos locais da sua aquisição. Em Bauru, os ecopontos não aceitam esse tipo de material desde 2019, mas a cidade abriga dez pontos para recebê-lo (veja ilustração ao lado).

É o que afirma o titular da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), Dorival Coral. Segundo ele, as lâmpadas domésticas precisam ser descartadas nos locais da sua aquisição. Os produtores desses itens devem bancar a coleta e o reaproveitamento. "Como eles aproveitam os caminhões que entregam as lâmpadas novas nos pontos de venda para retornar com as inservíveis, ficaria inviável passar nos oito ecopontos", argumenta.

Os ecopontos, por sua vez, também são alvos constantes de vandalismo. "As lâmpadas acabavam quebrando e dificultando a sua separação dos demais resíduos", complementa.

Já em relação ao descarte em maior quantidade, como o das empresas e o do poder público, cada setor precisa se responsabilizar pela destinação das lâmpadas. Inclusive, a Secretaria Municipal de Educação, pasta que mais utiliza esse tipo de produto, abriu uma licitação para contratar uma empresa para prestar o serviço. O certame possui um aditivo que inclui a demanda das demais secretarias.

SERVIÇO

A Semma aceita denúncias sobre o descarte irregular de lâmpadas. Para tanto, basta enviar um e-mail para meioambiente@bauru.sp.gov.br. 

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