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De picanha a bananinha: há opções para todos os bolsos

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 1 min

A alta dos preços da carne bovina no Brasil, situação provocada, entre outros motivos, pelo aumento da exportação do produto para a China e, por consequência, pela queda da oferta no mercado interno, fez com que muitas pessoas pensassem duas vezes antes de churrasquear. Dois especialistas, porém, afirmam que dá para gastar menos e, mesmo assim, impressionar com cortes como o miolo do sete e a bananinha. Já para aqueles que não pensam em economizar, as opções mais nobres são a picanha e o ancho.

Marcelo Roberto Teixeira, da Costela & Viola, fala sobre a bananinha, que não é muito conhecida. "A peça sai do contrafilé e a gordura entremeada exige o consumo imediato, pois vira sebo depois que esfria", comenta.

Assim como Teixeira, a chef do Santo Fogo, Patrícia de Oliveira Freitas Pereira, indica o uso da bananinha para aqueles que querem economizar. "Já para quem não abre mão das carnes mais nobres, eu recomendo a picanha e o ancho", acrescenta a profissional.

PONTO DA CARNE

Ainda segundo Pereira, independente da peça escolhida, ela precisa estar mal passada ou ao ponto para não perder a suculência nem o sabor. 

Mesmo assim, há quem goste da carne bem passada. "As pessoas são o nosso termômetro. Se você tira antes, tem gente que fala que está muito vermelha e nós precisamos deixar um pouco mais", conclui o presidente da Costela & Viola.

 

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