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30 presos por pornografia infantil


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São Paulo - Foram 30 os presos em flagrante no âmbito da Operação Debug, deflagrada na manhã desta sexta-feira (10) pelo MPSP - Ministério Público de São Paulo, por intermédio do CyberGaeco, pelo Departamento de Operações Policiais Estratégicas da Polícia Civil (DOPE) e pela Polícia Técnica, tendo como alvo 91 suspeitos de armazenar, distribuir e consumir pornografia infantil pela rede mundial de computadores.

O procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo, esteve pessoalmente na sede do DOPE, dirigido pelo delegado Nico Gonçalves, para supervisionar ao lado do secretário especial de Políticas Criminais, Arthur Pinto de Lemos Júnior, o resultado da operação.

"A internet não tem fronteira e o crime não tem fronteira", afirmou o promotor Richard Encinas, do CyberGaeco, que deu início em setembro à investigação que culminou no cumprimento dos mandados judiciais em três Estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais). De acordo com ele, que agradeceu o apoio da PGJ, a pena mínima a que estão sujeitos os alvos da operação é de 15 anos. "Apreendemos diversas mídias com cenas de sexo", revelou o delegado Guilherme Castelli. Os HDs dos computadores, em muitos casos, eram criptografados. Daí a necessidade do apoio dos peritos na análise do material apreendido.

"É inconcebível que no ano em que nós estamos nós tenhamos ainda abusadores", declarou a delegada-geral adjunta, Elisabete Sato. Uma das linhas de investigação é definir se os presos em flagrante também produziram o conteúdo, classificado pela delegada como "estarrecedor". As ordens judiciais foram cumpridas são: São Paulo, Osasco, Taboão da Serra, Cotia, Francisco Morato, Guarulhos, Suzano, Mogi das Cruzes, Campinas, Amparo, Várzea Paulista, Bragança Paulista, Monte Mor, Jundiaí, Atibaia, Itatiba, Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Mauá, São Bernardo, Santo André, São Carlos, Bebedouro, Serrana, São José dos Campos, Ubatuba. Presidente Prudente, Apiaí, Porto Feliz, Tietê, São José do Rio Preto, Franca e Guararapes.

BAURU

Em Bauru uma ordem foi cumprida, mas não foi encontrado no computador da pessoa nada que indicasse ligação com o crime.

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