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Aprovado, sob protestos, plano de carreira de professores


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São Paulo - Centenas de professores protestaram na Assembleia Legislativa de São Paulo, dentro e fora do plenário, contra o projeto do governo que institui novo plano de carreira e 10% de reajuste à categoria. A categoria denuncia que governo não dialogou e que os 10% não repõe perdas salários com a inflação.

Mesmo assim o projeto foi aprovado,  no início da noite de terça-feira (29) na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). A proposta que prevê reajustes de até 73% para docentes, diretores escolares e supervisores educacionais segue agora para a sanção do Governador Joao Doria. Com a aprovação, o aumento será retroativo a 1º de março. No total, serão contemplados 240 mil servidores ativos e 190 mil inativos, segundo o governo estadual.

Com investimento total de R$ 3,7 bilhões, segundo a Secretaria da Educação, o plano de modernização da carreira é opcional para professores que já integram a rede pública estadual. Caso optem pela migração, 89% dos docentes poderão ter aumento imediato em seus salários.

OPOSIÇÃO

Os sindicatos e deputados da oposição defendiam que o PLC 03/2022 seja desmembrado, discutindo o reajuste de 10% nos salários dos professores em um projeto e a criação do novo magistério em uma proposta separada.

Eles também pedem que os servidores do chamado "quadro de apoio da Educação" (merendeiras e agentes de organização escolar, por exemplo) também sejam incluídos no novo plano de carreira do magistério.

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