Entrelinhas

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No aguardo

Até o início da noite de ontem, a Câmara Municipal e seu presidente, Markinho Souza (PSDB), não haviam sido notificados sobre o Mandado de Segurança impetrado pela defesa da prefeita Suéllen Rosim (PSC), que tenta paralisar o andamento da Comissão Processante instaurada contra ela. Após a notificação, o Legislativo tem prazo de 10 dias para se manifestar.

Extraordinária

Markinho, aliás, convocou uma sessão extraordinária para a segunda-feira (4), com objetivo de despachar dois projetos que tramitam na Casa. Um é o reajuste do vale-alimentação dos servidores e o outro trata do repasse de recursos para a entidade Associação Beneficente Cristã, que tem urgência dos recursos, segundo o presidente. Os dois projetos já estão na pauta e devem ser votados em primeira e segunda discussão no mesmo dia.

Conversa

Nesta quarta-feira (29), o presidente oficiou o convite que já havia feito à prefeita Suéllen Rosim para uma reunião que pretende tratar da crise política intensificada entre ela e parte dos parlamentares, após vídeo publicado pela chefe do Executivo em suas redes sociais. No primeiro contato, por telefone, segundo apurou a coluna, a prefeita havia confirmado presença, mas antes da publicação de uma nota do presidente, onde este afirma serem equivocadas as afirmações feitas por ela aos vereadores.

Prorrogado 1

O Diário Oficial de Bauru publicou em sua edição desta quarta a prorrogação dos prazos de validade dos concursos públicos realizados no município para preenchimento de vagas. As contratações permaneceram suspensas durante a pandemia, por isso a necessidade, segundo a prefeitura, de estender os prazos para contratação de quem já prestou concurso.

Prorrogado 2

O prazo de vigência mais curto é o próximo dia 10 de julho e o mais distante é julho de 2025. O cargo com maior número de concursados é inspetor de alunos, que tem 769 concursados remanescentes. E o cargo com apenas um remanescente é técnico de imobilização ortopédica. A lista completa está disponível no site da prefeitura (Edição 3.568 do D.O.)

Reivindicação

Na última segunda-feira (27) um grupo de servidores aposentados da prefeitura entregou à prefeita e protocolou na prefeitura um documento no qual criticam a proposta de mudança das alíquotas cobradas pela Funprev, que deve passar a taxar em 14% os trabalhadores que ganham a partir de dois salários mínimos, valor antes cobrado apenas para o teto de R$ 6,8 mil. A proposta do grupo é de que o governo municipal utilize os recursos do IR retido dos aposentados para sanar o déficit da Funprev.

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