Caso que viralizou nas redes sociais essa semana, um empresário, antes de entregar marmita no Interior de São Paulo em bairro carente, perguntou antes e, ao receber a resposta, em quem uma diarista iria votar na eleição presidencial, disse que ela não receberia mais a doação a partir de agora. Dizendo, ao que tudo indica, para a equipe que o acompanhava: 'ela que vá pedir para o candidato "B" (vamos chamá-lo assim). Porque aqui, somos do candidato "A" (tratemos o outro candidato assim). Mas como o vídeo teve muitas visualizações, pessoas comuns, artistas, políticos até organizações sociais ofereceram ajuda à mulher, que passará a receber ajuda (apesar de ela ter dito que trabalha como diarista e que necessidades todos podem passar), e que ela "não quer ser vista como coitadinha", pois trabalha de faxineira e gosta do que faz.
Fica a reflexão: como tem gente "contraditória" nesse mundo, mesmo tendo o empresário que "praticou essa ação" se desculpado. Em resposta à repercussão do caso, embora a mulher que se sentiu muito humilhada disse que não recebeu nenhum pedido de desculpa por parte do empresário, este que disse fazer essas doações a mais de dois anos, com recursos próprios, apenas para fazer caridade.
Agora, tiremos nossas conclusões e o melhor que faríamos seria não julgarmos esse empresário. E também o tipo de caridade que este faz, pois certamente ele mesmo já o fez.