Renovou
A Prefeitura de Bauru renovou o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), que venceria no final do ano e que passa a ter validade até 23 de março. A regularização garante ao município receber recursos provenientes de convênios e emendas parlamentares. Porém, a grande pergunta que pairou foi como a renovação foi possível, uma vez que fontes do governo já tinham como certa a perda da certificação por falta de ações concretas na regularização do déficit atuarial da Funprev. Ninguém da prefeitura e Funprev soube responder, ontem.
Vias de fato
A prefeita Suéllen Rosim (PSC) foi à Justiça para contestar um internauta de Bauru que, no âmbito da votação de sua cassação, disse que a mandatária "comprou os vereadores" ao mencionar "milhões desviados". Ela pede indenização de R$ 15 mil e remoção imediata da publicação. Na semana passada, o juiz José Cláudio Domingues Moreira concedeu tutela de urgência e determinou a exclusão do comentário das redes sociais sob pena de multa diária de R$ 500.
Pente fino
Outro morador de Bauru também foi alvo de Suéllen nos últimos dias. Num segundo processo, a prefeita pede outros R$ 15 mil ao munícipe que, num grupo de WhatsApp, se referiu à mandatária e familiares como "ladrões vendedores de áreas públicas". Neste caso, a Justiça de Bauru, além de decidir pela exclusão do conteúdo, proibiu o rapaz de proferir críticas ofensivas à honra da prefeita sob pena de multa diária de R$ 2.500.
Meira cobra
Logo após a exposição pelo vereador Coronel Meira (União Brasil) de um vídeo que mostrou a chuva caindo sobre o fogão onde estava sendo feita a merenda da escola Emeii Lilian Aparecida Passoni Haddad, no Núcleo Leão XIII, na tarde desta segunda-feira (26), a resposta da Secretaria de Educação divulgou que os reparos seriam feitos nos próximos dias "com equipe própria da Prefeitura de Bauru. A pasta já está com os materiais necessários para o reparo, que será realizado assim que as condições climáticas permitirem", diz a nota.
Nota oficial
Também já existe resposta do governo aos questionamentos do vereador Eduardo Borgo (PMB), sobre servidores municipais que ocupam cargos em comissão e que estariam em teletrabalho desde sua admissão, no início deste ano. "A autorização para a realização de trabalho telepresencial foi aprovada pela Câmara. Assim, a medida possibilita que os servidores exerçam suas atividades a qualquer tempo, e onde quer que estejam, não representando qualquer privilégio aos mesmos", diz a nota da prefeitura.