Polícia

Aparelhos da marca Apple são apreendidos pela GOE/Deic em Araçatuba

Por Da Redação |
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APREENSÃO. Foram recolhidos 11 Iphones, dois cigarros eletrônicos, notebooks, carregadores da marca Apple, agenda comercial e R$ 7.400,00
Crédito da foto: Divulgação
APREENSÃO. Foram recolhidos 11 Iphones, dois cigarros eletrônicos, notebooks, carregadores da marca Apple, agenda comercial e R$ 7.400,00 Crédito da foto: Divulgação

A justificativa da apreensão dos produtos foi a não apresentação das notas fiscais

Nesta quarta-feira (09), uma equipe do GOE/Deic (Grupo de Operações Especiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais) cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pelo juiz da 3ª Vara Criminal, Emerson Sumariva Júnior, em uma sala de um edifício empresarial localizado na Avenida Brasília, em Araçatuba-SP.

A ordem judicial foi solicitada após os investigadores tomarem conhecimento de publicações on-line vendendo aparelhos eletrônicos da marca Apple no local. A polícia disse que o que chamou a atenção foi o fato de o condomínio ser exclusivamente para escritórios e não havia nenhuma indicação do estabelecimento na porta de entrada da sala.

Foram apreendidos aparelhos eletrônicos, com a justificativa de que tais dispositivos não tinham apresentadas as notas fiscais.  O responsável pelas vendas dos aparelhos, conforme apontou a investigação, é um jovem morador em São José do Rio Preto-SP, onde também teria uma loja semelhante instalada em um prédio com salas para escritórios.

No cumprimento ao mandado judicial, os policiais foram recepcionados por uma atendente e encontraram os aparelhos expostos em uma prateleira no interior de uma estante. No total foram recolhidos 11 Iphones, dois cigarros eletrônicos, notebooks, carregadores da marca Apple, agenda comercial e R$ 7.400,00 em dinheiro que estavam dentro de um envelope.

A jovem confirmou aos policiais que o proprietário do local é o homem de São José do Rio Preto e que o dinheiro encontrado é referente à venda de celulares, novos e usados, da marca Apple. Ao ser questionada a respeito das notas fiscais de origem dos aparelhos, ela disse que não as possuía.

Ainda conforme o que a atendente relatou, quando o comprador exige a nota fiscal, ela entra em contato com o proprietário do estabelecimento, que envia a nota fiscal pelo aplicativo WhatsApp, no aparelho celular da loja, que também foi apreendido pela polícia. Um inquérito será instaurado para investigar o caso.

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