Um homem de 22 anos foi preso nesta terça-feira (16) acusado de participar do assassinato de Márcio de Oliveira, no dia 28 de outubro, no residencial Porto Real. É o terceiro suspeito a ser preso pelo crime. A Polícia já havia cumprido um mandado de busca no último dia 7, quando prendeu os outros dois, um jovem de 21 anos e um adolescente de 16, mas este terceiro não foi encontrado.
Ainda na madrugada de terça, os investigadores estiveram em uma chácara em Buritama, onde encontraram a companheira e a filha dele. Depois, foram a uma chácara em Araçatuba, onde mora a mãe do acusado. Ela negou saber o paradeiro dele.
Por fim, foram a um rancho onde reside a avó dele, na beira do rio Tietê. O carro do acusado estava na frente do local. Os policiais providenciaram um mandado de busca para o local e a irmã do rapaz apareceu e abriu o cadeado do portão e a porta da casa. O acusado estava no interior do imóvel e não resistiu à prisão. Ele ainda confessou a participação no crime e informou onde a arma estava escondida, um revólver calibre 22. Estava enterrada na casa em que ele morava, no Porto Real.
O CRIME
Márcio de Oliveira foi assassinado com tiros no rosto quando estava sentado na calçada ao lado da casa da mãe dele, na Rua João Ferreira dos Santos, no Porto Real. Segundo uma testemunha, o crime foi praticado por três homens, sendo que dois haviam pulado o muro e o terceiro chegado ao local de bicicleta. Pelo menos dois teriam atirado na vítima e um deles deixou um pé de chinelo para trás na fuga.
CONFISSÃO
Na presença do delegado, o investigado informou ser o dono da arma e informou a localização e que havia sido enterrada por um dos suspeitos, no fundo da casa em que morava na época. Após a arma ser encontrada, foi enviada para perícia. Ele ainda confirmou ter sido um dos atiradores e alegou já ter apanhado de Oliveira, que o teria ameaçado de morte. O inquérito segue em andamento e a polícia tenta encontrar a outra arma usada no crime, um revólver calibre 38.
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