O elenco do São Paulo ganhou a segunda-feira de folga após a derrota sofrida contra o Bragantino, por 1 a 0, no último domingo, em Bragança Paulista, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Os comandados de Rogério Ceni se reapresentarão no CT da Barra Funda nesta terça-feira, quando o treinador do São Paulo iniciará a preparação para o próximo compromisso da equipe, contra o Inter, no próximo domingo, no Morumbi.
Ceni terá cinco dias para promover ajustes e tentar dar sua à cara a um time que ainda busca entender as ideias do novo treinador. Há a possibilidade de o comandante são-paulino também contar com reforço, já que Rigoni, lesionado, trabalhou com bola no gramado na última semana e pode avançar na recuperação nos próximos dias.
Com 34 pontos, o São Paulo ocupa o 13º lugar na tabela e está a sete tentos do Internacional, último integrante do G6 e próximo adversário no Campeonato Brasileiro. Restando dez partidas na competição, o Tricolor, que ainda sonha com uma vaga na Libertadores, não pode mais se dar ao luxo de seguir tropeçando.
O ataque do São Paulo voltou a passar em branco na derrota por 1 a 0 para o RB Bragantino, no domingo, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso, o Tricolor chegou a 11 jogos sem balançar as redes no torneio e possui o segundo pior ataque da competição.
Em 28 partidas, a equipe que recentemente viu Rogério Ceni chegar para o comando técnico marcou 22 gols. Apenas o Sport balançou menos as redes, com 14 tentos. Além disso, outro dado que evidencia a baixa produção do ataque do São Paulo no Brasileirão é que o artilheiro do time no torneio, Emiliano Rigoni, foi às redes apenas quatro vezes.
DANIEL ALVES
A conturbada saída de Daniel Alves do São Paulo foi abordada durante a participação de Muricy Ramalho na edição deste domingo do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta. Na visão do coordenador de futebol, tanto o lateral direito quando o clube tricolor erraram.
“Acho que os dois lados falharam. O São Paulo, quando contratou o Daniel, na verdade não tinha condições de tê-lo, porque o salário é altíssimo e o clube não tinha condição, como ficou demonstrado. O cara vai lá, trabalha duro todo dia, joga. Então, tem que receber. Acumulou muito a dívida com ele. Nisso, ele tem razão”, disse Muricy.
Liberado pelo São Paulo, Daniel Alves disputou as Olimpíadas de Tóquio pela Seleção Brasileira e, após o torneio, avisou a diretoria que não se reapresentaria até o equacionamento da dívida, estimada em cerca de R$ 18 milhões. O São Paulo, então, decidiu afastar o lateral direito. “Foi para as Olimpíadas, foi campeão. As declarações não caíram bem.”
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