O São Paulo terá a obrigação de comprar Jonathan Calleri de forma definitiva se o jogador atingir a marca de 30% dos minutos da equipe até o final de 2022, data de encerramento do seu contrato de empréstimo.
Em um exemplo prático: se o São Paulo disputar 90 jogos desde o dia da assinatura de contrato de Calleri, no dia 30 de agosto deste ano, até dezembro de 2022, serão 8.100 minutos (sem acréscimos) de jogo.
Se Calleri atuar em 2.430 minutos, o que equivale a 30% do total ou 27 jogos inteiros, o Tricolor deve exercer a compra. O valor estipulado em contrato para a compra definitiva é de 3 milhões de dólares (cerca de R$ 17 milhões na cotação atual).
Esse número em reais, no entanto, pode sofrer alterações, já que vale a cotação do dia em que o negócio for concretizado. No contrato também tem uma cláusula de opção de compra caso o jogador não alcance a meta de minutos. Neste caso, a quantia permanece sendo a mesma, com a diferença de que o São Paulo não é obrigado a comprá-lo.
Titular nos últimos jogos com Rogério Ceni, Calleri não deve ter dificuldade para atingir a meta se não tiver uma lesão grave e se continuar atuando com regularidade. A expectativa é que o argentino ative o gatilho de contrato até o meio da temporada que vem.
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