Cultura

‘Malévola: Dona do Mal’

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min

Hoje (17), "Malévola: Dona do Mal" chega aos cinemas. A obra é uma continuação de "Malévola", lançado em 2014. A continuação é produzida pela Walt Disney Pictures e distribuída pela Walt Disney Studios Motion Pictures, além de ser baseada no longa do filme "A Bela Adormecida", de 1959.

O primeiro filme conta a história de Malévola, a protetora do reino dos Moors, que tem chifres e asas e mantém a paz entre os dois reinos. Mas, no meio de tudo, ela se apaixona por Stefan. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan. Os dois iniciam um romance, mas ele tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota se torna uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, a princesa Aurora. Durante o enredo, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.

Nesta segunda história, cinco anos após a primeira, a princesa Aurora desperta de seu sono profundo e se torna a rainha de Moors, sendo pedida em casamento pelo príncipe Phillip. Ela aceita o pedido e, com isso, parte para o reino Ulstead, onde Malévola mora, para conhecer seus futuros sogros, John e Ingrith. O jantar entre eles deveria ser de celebração entre os reinos, mas os interesses de Ingrith vêm à tona quando é criado um atrito com Malévola e os demais seres mágicos.

O elenco conta com Angelina Jolie como Malévola; Elle Fanning interpretando a Princesa Aurora; Michelle Pfeiffer como Rainha Ingrith; Chiwetel Ejiofor como Connal; Sam Riley na pele de Diaval; Ed Skrein como Borra; Imelda Staunton como Knotgrass; Juno Temple dando vida a Thistlewit; Lesley Manville como Flittle; Harris Dickinson como Príncipe Phillip; Robert Lindsay como King John e Warwick Davis como Lickspittle.

Quando a crítica, o The Hollywood Reporter disse que Angelina Jolie garante que tenha grandes momentos com um personagem que permanece intrigante pela ambiguidade de sua posição no mundo e que o diretor Joachim Ronning aperta os botões obrigatórios para alcançar os resultados desejados, nada mais ou menos. Já o Cinepop que a continuação debuta nas telas "com quase duas horas de puro lenga-lenga e encheção de linguiça, desperdiçando um elenco estelar e mais uma vez tentando transformar a bruxa má na heroína da história, o filme é um verdadeiro teste de paciência."


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