10 de março de 2026
CASO BARTOLOMEU

Cão com sangramento mobiliza ajuda e aguarda diagnóstico

Por Gabriela Lima/JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Cão Bartolomeu ainda não tem um diagnóstico definido

O cachorro comunitário Bartolomeu, que vive na comunidade Vitória, no bairro Jardim São Paulo, em Piracicaba, mobilizou voluntários após apresentar sangramento persistente nas últimas semanas. O caso ganhou repercussão depois que a cuidadora Tavyni Amorim, estudante de auxiliar de veterinária, procurou o JP para pedir ajuda na divulgação e conseguir apoio da população para custear exames e tratamento.

Mobilização garantiu exames e cuidados

Após a publicação do caso, moradores e apoiadores contribuíram com doações financeiras e também com itens como ração, coleira e produtos de higiene. A mobilização permitiu arrecadar recursos suficientes para custear os exames necessários e iniciar os primeiros cuidados com o animal.

Segundo Tavyni Amorim, que acompanha o caso, o estado de saúde do cachorro está estável neste momento. O sangramento que preocupava os voluntários foi parcialmente controlado após o uso de medicamentos e atendimento veterinário.

Apesar do acompanhamento profissional, Bartolomeu ainda não está internado e segue sendo monitorado pelas voluntárias enquanto aguarda os resultados dos exames.

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Diagnóstico ainda não foi confirmado

Mesmo com parte dos exames já realizados, o problema de saúde do animal ainda não tem um diagnóstico definido. Amostras foram encaminhadas para análise laboratorial e os voluntários aguardam os laudos médicos

A equipe veterinária que acompanha o caso trabalha com a suspeita de tumor venéreo transmissível, doença que pode atingir cães que vivem soltos nas ruas. No entanto, a confirmação depende dos resultados laboratoriais.

A expectativa é que o resultado dos exames seja divulgado na terça-feira, quando os profissionais poderão confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado.

Cachorro comunitário depende de poucos cuidadores

Bartolomeu é considerado um cachorro comunitário, ou seja, vive nas ruas, mas recebe cuidados de moradores da região. No entanto, segundo Tavyni Amorim, nem toda a comunidade participa diretamente dos cuidados com o animal, o que dificultou inicialmente o custeio do tratamento.

Diante da situação, ela decidiu procurar o JP para ampliar a divulgação do caso e mobilizar ajuda. Com a campanha solidária, os recursos necessários foram arrecadados e o cachorro segue sendo acompanhado enquanto aguarda a definição do diagnóstico.