Piracicaba investiga uma suspeita de Mpox em meio ao avanço dos casos no Brasil. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que o paciente está sob acompanhamento e aguarda o resultado de exames laboratoriais.
Até o momento, não há confirmações da doença no município. A Vigilância Epidemiológica informou que os protocolos de monitoramento e rastreamento foram adotados.
O alerta em Piracicaba ocorre em um cenário de crescimento nacional. O Brasil já soma 88 casos confirmados de Mpox neste ano, segundo o Ministério da Saúde. Outros dois permanecem em investigação.
Em 20 de fevereiro, eram 48 registros. O número praticamente dobrou em poucos dias. Apesar do aumento, o país não contabiliza mortes em 2026. A maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados.
Em 2025, foram confirmados 1.079 casos e duas mortes.
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O estado de São Paulo lidera o número de ocorrências em 2026, com 62 confirmações. A região atendida pelo Departamento Regional de Saúde de Campinas — que reúne 42 municípios — registra cinco casos neste ano.
Não há registro de mortes na região.
Uma nova variante do vírus foi identificada no Reino Unido e na Índia.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, os registros indicam que o vírus pode estar circulando de forma mais ampla do que o documentado até agora. Mesmo assim, a avaliação global de risco permanece inalterada.
A Mpox é uma doença viral da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais, secreções respiratórias em contato próximo ou objetos contaminados.
Os sintomas mais comuns incluem:
Na maioria dos casos, a evolução é leve e autolimitada.
Diante da suspeita, a Secretaria de Saúde orienta que moradores redobrem os cuidados:
Autoridades reforçam que não há motivo para pânico, mas a atenção é fundamental enquanto o caso em Piracicaba segue sob análise.