13 de fevereiro de 2026
INVESTIGAÇÃO

Novo laudo questiona morte de Kurt Cobain

Por Redação/JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Fotografia de Frank Micelotta / Getty.
Um novo relatório elaborado por peritos forenses independentes voltou a levantar dúvidas sobre a morte de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana. O cantor foi encontrado morto em 5 de abril de 1994

Um novo relatório elaborado por peritos forenses independentes voltou a levantar dúvidas sobre a morte de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana. O cantor foi encontrado morto em 5 de abril de 1994, em Seattle, aos 27 anos, e o caso foi oficialmente classificado como suicídio.

Quase três décadas depois, uma equipe de especialistas afirma ter identificado inconsistências na autópsia e na cena da morte. Segundo os pesquisadores, há indícios de que Cobain poderia ter sido forçado a consumir uma dose excessiva de heroína antes de ser baleado, levantando a hipótese de homicídio encenado.


Entre os pontos citados estão a ausência de sangue na mão que segurava a espingarda, a organização do kit de drogas encontrado no local e possíveis sinais de danos causados por privação de oxigênio algo que, segundo os autores do novo relatório, seria mais compatível com overdose do que com morte imediata por arma de fogo.

A investigadora Michelle Wilkins, que colaborou com o estudo, afirmou à imprensa internacional que o material analisado sugere inconsistências na versão oficial. O especialista forense Brian Burnett também sustenta que as evidências indicariam homicídio.

Apesar das novas alegações, o Departamento de Polícia de Seattle e o Instituto Médico Legal do Condado de King reiteraram que o caso segue oficialmente encerrado como suicídio. As autoridades afirmam que não há, até o momento, elementos suficientes que justifiquem a reabertura da investigação.

A morte de Cobain, ícone do grunge e símbolo da chamada Geração X, sempre foi cercada por teorias e questionamentos, inclusive abordados em documentários como Kurt & Courtney, lançado nos anos 1990. Ainda assim, até fevereiro de 2026, a classificação oficial permanece inalterada.

? Atenção: Este conteúdo trata de temas sensíveis como suicídio e uso de drogas.
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