O jornalista Sergio Ludtke, editor do Projeto Comprova, está pessimista quanto ao grau de influência que a desinformação terá no processo eleitoral de 2022, especialmente na disputa presidencial.
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“Acho que o quadro será mais dramático [do que 2018]. Temos muitas outras plataformas disponíveis e que não têm ainda políticas tão claras de tratamento da desinformação”, disse ele a OVALE.
“Temos um ambiente ainda mais partidarizado, grupos já cooptados pela desinformação e que firmaram convicções com base em conteúdos falsos e viemos de um período em que a pandemia foi sequestrada pela política, partidarizada, e que serviu como uma especialização para os grupos que disseminam desinformação com intenções políticas ou de monetização.”
A ‘vacina’ para as fake news, lembra Ludtke, continua sendo o jornalismo de qualidade, ético e independente praticado por veículos como OVALE.
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