UNIÃO. Das janelas, gritavam: "Força Wuhan". Em isolamento, os chineses mostraram união para Ricardo Ribeiro Junior, 25 anos, joseense que morava em Wuhan, epicentro da doença na China, até janeiro. Ele se mudou para Qufu City, na Shandong Province.
"Os chineses me pareceram tranquilos, fazendo sua parte. Não existe saída individual desse problema."
Há dois anos na China, Ribeiro Junior ouviu comentários sobre o vírus em dezembro, viu a explosão de casos e as medidas. "Uso de máscaras obrigatório. Transformaram estádios e ginásios em hospitais. Isolaram cidades, fecharam metrôs e shoppings e construíram um hospital para mil pessoas em 10 dias". Diz ele: "o principal erro é a negligência. É achar que nada vai acontecer com você"..