O ICE (Indicador de Clima Econômico) da América Latina, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, avançou de 70,5 pontos para 81,2 pontos do primeiro para o segundo trimestre deste ano. É a quarta alta seguida no indicador, que segue sob forte influência da pandemia da covid-19 em todos os países pesquisados.
Segundo o Ibre, os dois componentes do ICE, que são o Indicador da Situação Atual e o Indicador de Expectativas, apontam sinais opostos, de acordo com o horizonte temporal analisado. "Enquanto as expectativas em relação aos próximos meses são otimistas, a percepção em relação à situação atual é ainda bem desfavorável", avalia o instituto.
Apesar da alta de 10,7 pontos, o ICE da América Latina continua na zona desfavorável do ciclo econômico. O ISA subiu 8,8 pontos, o que representa uma variação de 45,4% no trimestre, ficando em 28,2 pontos, nível considerado extremamente baixo. O indicador está na zona desfavorável, ou seja, abaixo dos 100 pontos, desde julho de 2012..