Economia

Mais Médicos: Vale deve receber 61 profissionais

Por Thaís Leite@_thaisleite |
| Tempo de leitura: 2 min

O Vale do Paraíba e o Litoral Norte podem receber até 61 profissionais do programa Mais Médicos, do governo federal, para atuação no combate ao coronavírus. A previsão é a de que parte dos médicos comece a atuar já no início de abril.

As contratações tiveram edital emergencial, com investimento total de R$ 1,2 bilhão, lançado em resposta à disseminação do vírus no país. A remuneração bruta é de R$ 12.386,50.

O edital do governo coloca 15 cidades da região como elegíveis para receber o programa. São José dos Campos, com 22, lidera o número de profissionais contratados.

Segundo a prefeitura, a cidade já conta com 16 profissionais do 'Mais Médicos' e os novos devem reforçar as equipes de saúde. Os grupos ficam vinculados a 13 UBSs (Unidades Básicas de Saúde), localizadas no Alto da Ponte, Altos de Santana, Bonsucesso, Buquirinha, Campos de São José, Eugênio de Melo, Jardim Limoeiro, Jardim São José 2, Parque Interlagos, Putim, São Francisco Xavier, Vila Paiva e Novo Horizonte.

A lista segue com Jacareí (14), Taubaté (4), Ubatuba (4), São Sebastião (3), Potim (3), Paraibuna (2), Bananal (2), Caraguatatuba (1), Cruzeiro (1), Guaratinguetá (1), Lorena (1), Silveiras (1), Igaratá (1) e Lavrinhas (1).

RETOMADA.

A inclusão de cidades da região no programa acontece após um período em que somente municípios mais carentes estavam sendo contemplados. No ano passado, a cidade de Jacareí chegou a registrar a perda de quase 10 médicos que eram vinculados ao programa.

Segundo o governo federal, a inclusão dos municípios é baseada no critério de que grandes centros urbanos têm maior concentração e movimentação de pessoas, o que as torna mais propensas à circulação do novo coronavírus.

"A expectativa é de que parte dos médicos já comece a atuar nos municípios no início de abril. Importante frisar que o edital prevê até 5 chamadas de modo a viabilizar a ocupação de todas as vagas ofertadas. Cada chamada segue imediatamente após o término da anterior, visando garantir o objetivo de suprir o atendimento à população no menor intervalo temporal possível", informou o Ministério da Saúde.

No total, os profissionais serão distribuídos em 1.901 municípios de todo o país.

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