A vendedora Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, brutalmente assassinada entre as cidades de Itapagipe e Frutal, em Minas Gerais, onde seu corpo foi encontrado na quinta-feira, teve o caso desvendado pela polícia de São José do Rio Preto.
Três homens foram presos, suspeitos de terem cometido o crime, pelo Grupo de Ações Especiais da polícia de São José do Rio Preto, cidade a 440 quilômetros de São Paulo.
A vendedora tinha o hábito de trocar caronas pelo WathsApp. Esta semana, havia combinado com um casal, mas apenas o homem apareceu. Depois disso, ela desapareceu e não fez mais contato com os familiares. O namorado, que não conseguiu mais contato por telefone durante aquele dia, chamou a polícia e as buscas foram iniciadas.
Nesta sexta, três suspeitos foram presos, entre eles Jhonathan Pereira Prado,que confessou o crime e já tem passagem por roubo.
Os outros dois que participaram do crime foram Wander Luís Cunha e Daniel Teodoro Silva.
"As fotos que obtivemos na concessionária foram determinantes para localizar os suspeitos" afirma o subtenente Luís Ferreira, da Polícia Militar, um dos responsáveis pela investigação.
PASSAGEM.
Além do homem que confessou ter entrado no grupo de carona, outro disse que ajudou a matar a jovem, e o terceiro preso comprou os objetos roubados da vítima. Os três têm passagens por roubo. Jonathan Pereira do Prado, que confessou o latrocínio, estava foragido do Centro de Progressão Penitenciária desde março deste ano.
Prado, inclusive, confessou à polícia que entrou no grupo de caronas de WhatsApp com a intenção de cometer o crime.
O carro foi encontrado sem as quatro rodas em uma estrada rural que liga Rio Preto a Mirassol, cidade também do interior paulista.
Ainda de acordo com a polícia, existe a possibilidade da participação de um quarto suspeito e, assim, as investigações continuam..