Viver

Família de Cassiano determina que restos mortais permanecem na Academia Brasileira de Letras

Por Paula Maria Prado@paulamariaprado |
| Tempo de leitura: 1 min
*Acesse o flip digital para visualizar os documentos
*Acesse o flip digital para visualizar os documentos

Família de Cassiano Ricardo determina que os restos mortais do poeta Cassiano Ricardo continue na ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro. A determinação foi informada a OVALE na noite desta terça-feira.

"Em carta, meu avô disse que seu desejo era descansar em São José. Nós, familiares, tínhamos conversado com Arnaldo Niskier, que era o então presidente da ABL, e conseguimos a liberação das cinzas do mausoléu para o Memorial quando este estivesse pronto. Mas o prédio deveria ser construído em São José. Para outra cidade não autorizaremos o traslado", afirmou Regina Célia Ricardo, neta do escritor.

Conforme noticiou OVALE, no último sábado (25), o projeto do Memorial Cassiano Ricardo, criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer a São José, nos anos 2000, teve seus documentos disponibilizados a Caçapava para que a cidade pudesse construí-lo. Na ocasião, a prefeitura pagou R$ 46.200 - em duas parcelas - pelos desenhos.

Os documentos foram assinados por ambos prefeitos: Felício Ramuth (PSDB), de São José; e Fernando Cid Diniz Borges (PV), de Caçapava. Familiares de Cassiano pretendem acionar o Ministério Público.

Documentos Cassiano

CORREÇÃO: diferente do informado na arte acima, o valor correto pago pelo projeto é R$ 46.200 em duas parcelas. 

Comentários

Comentários