O Porchat foi brilhante quase que em tempo integral no "Roda Viva", segunda-feira, na Cultura. Articulado, sabendo se colocar muito bem, não esqueceu de citar a sua primeira divertida passagem no programa do Jô, ao pedir uma chance a ele.
Mas foi contraditório ao escalonar seus campos de atuação, colocando teatro, internet e cinema na frente da televisão aberta, ainda que reconhecendo a importância dela para abrir todas as portas.
Também errou duas vezes ao se referir a Globo, primeiro ao dizer que não foi convidado para trabalhar lá. Foi sim e todo mundo sabe. Só não deu certo porque existia a cláusula da exclusividade. Era só televisão, sem Porta dos Fundos e aí não rolou.
E foi pretencioso ao dizer que o "Zorra" mudou por causa do "Porta", quando a verdade nunca foi essa, como também se enganou ao dizer que, em queda na audiência, a Globo nunca esteve tão próxima das concorrentes. Tudo errado.
No mais, foi o Fábio Porchat que todos conhecemos e gostamos..