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De um fã da Fórmula 1, a emoção bem ao lado da pista

Por Bruno Castilho @brunocastilho |
| Tempo de leitura: 2 min
O jornalista Bruno Castilho no GP do Canadá, em Montral
O jornalista Bruno Castilho no GP do Canadá, em Montral

Depois que Ayrton Senna morreu, a Fórmula 1 sofreu um baque grande no Brasil. E, nesses últimos anos, sem um piloto brasileiro brigando sequer por vitórias, o país se distanciou bastante da modalidade. Porém, no mundo afora, as corridas ainda chamam muito a atenção dos fãs.

O brilho de uma corrida de F-1 ainda está forte. A atual disputa entre Lewis Hamilton, da Mercedes, e Sebastian Vettel, da Ferrari, empolga muito os torcedores. Neste último final de semana, vivi isso de perto. Atualmente morando em Toronto, no Canadá, resolvi unir o útil ao agradável. Não pensei duas vezes, comprei o ingresso para o Grande Prêmio de Montreal e fui ver de perto o circo da Fórmula 1. Sem graça? Muito longe disso.

É sensacional para quem gosta de corridas. Você vê de perto, sente o barulho do motor, embora não seja tão alto como antes. É uma coisa que gosto muito, sempre acompanho. E Montreal é um dos circuitos que mais gosto. Ao final da corrida, ainda tive a chance de entrar na própria pista, já que após a prova a área é liberada para visitação dos torcedores. Foi uma sensação incrível. Ficar tão perto e pagar tão pouco. E ainda acabei ficando em um lugar privilegiado no circuito, embora tenha ficado em pé, com gente barrando. Mas, enfim, consegui viver a Fórmula 1. E o mais legal é que consegui viver em outro país. E em um circuito sensacional, que é o do Canadá.

No autódromo, vivenciei a oportunidade de ficar bem pertinho da pista. Comprei o ingresso mais barato, paguei 100 dólares para ficar na geral, que não tem arquibancada. É como se fosse a geral do futebol. Você fica na grama. Fui geraldino por um dia. Mas acabou sendo o melhor lugar, pois via eles saindo e ficamos bem ao lado do telão, que transmitia a corrida. Eu vi de perto o carro do Felipe Massa, do Max Verstappen, alguns outros que pararam ali. Na reta de chegada tirei foto na zebra, antes de chegar ao muro dos campeões. Vi a homenagem ao Gilles Villeneuve, na linha de chegada da corrida. Tirei fotos do Massa, Stroll, entre outros.

Não sei como é ver uma corrida de Fórmula 1 no Brasil. Talvez seja diferente. Mas aqui foi uma experiência única. Agora, vou tentar ver a Fórmula Indy, em Toronto.

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