Assim como as crianças e os adultos devem usar o cinto de segurança e fazer todos os procedimentos normais dentro de um carro, com o seu pet os cuidados devem ser iguais. Até porque, por lei, é proibido levá-los soltos dentro dos veículos. E não é só isso. E ambiente deve ser arejado para que o bichinho não sofra com o calor.
"Para que o pet seja transportado com segurança e mínimo estresse, é importante que a sua família se preocupe com alguns fatores. O primeiro é a temperatura ambiente dentro do carro que deve ser amena, evitando o excesso de calor que pode gerar hipertermia nos cães e gatos. O ideal, é que os pets sejam transportados em veículos com a possibilidade de controle da temperatura através do ar condicionado. Caso seja inviável, evite viajar nos períodos mais quentes do dia", explica a médica veterinária Daniana Pinotti e Souza, sócia-proprietária da Anima Hospital Veterinário, de São José dos Campos.
Outra necessidade é a de programar paradas ao longo do trajeto, estimulando que seu pet faça suas necessidades fora do carro. Caso ele seja muito medroso (ou costume se estressar demais) ao ser transportado de carro, é válido conversar com um médico veterinário de confiança para considerarem, juntos, a possibilidade de utilizar medicações tranquilizantes alguns minutos antes do transporte rodoviário. "Entretanto não é muito indicada para animais de meia idade a idosos".
"As cadeirinhas de transporte para cães, ou mesmo os cintos de segurança disponíveis no mercado pet garantem o transporte seguro tanto para o pet, quanto para a família", afirmou.
"Imagine o quão perigoso pode ser a todos, se ele resolve pular no seu colo quando você necessita girar a direção, ou mudar de marcha", disse.
Transportar gatos exige outros tipos de cuidados. Segundo ela, os bichanos devem ser transportados em caixas específicas. "Os gatos podem permanecer sozinhos na sua própria casa, quando a ausência da família não ultrapassar 48 à 72 horas. Dessa forma, caso a viagem seja bem curta, dê preferência por não levá-lo"..