ECONOMIA. Com menos pressões do mercado internacional, o Banco Central deixou de vender dólares no mercado futuro nesta terça-feira. Pela primeira vez desde 11 de maio, a autoridade monetária interrompeu os leilões de swap cambial, que têm por objetivo reduzir as pressões sobre a divisa.
Nesta quarta, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) reúne-se para decidir o futuro da taxa Selic (juros básicos da economia). Em tese, uma alta nos juros ajudaria a segurar o câmbio, mas o atraso na recuperação da economia e a baixa inflação são os principais fatores levados em conta pela autoridade monetária na hora de decidir os rumos da taxa. Desde a retomada dos leilões de swap, em meados de maio, o BC injetou US$ 39,6 bilhões a mais do que retirou do mercado financeiro. Somente entre 8 a 15 de junho, foram vendidos R$ 24,5 bilhões..