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Grupo quer MP em ação pró-árvores do Bosque da Tívoli

Por Xandu Alves@xandualves10 |
| Tempo de leitura: 1 min
Bosque da Tívoli. Vista aérea da área verde na Vila Betânia, na região central de São José dos Campos
Bosque da Tívoli. Vista aérea da área verde na Vila Betânia, na região central de São José dos Campos

O movimento 'Somos Parque Betânia' defende que o Ministério Público assuma a ação que pede a suspensão do corte de árvores no Bosque da Tívoli, na Vila Betânia, região central de São José.

A Justiça considerou ilegítima a autoridade do vereador Sérgio Camargo (PSDB) em mover ação contra o desmatamento. A decisão permitirá que o MP ou o PSDB assumam o processo.

O movimento, que defende a instalação de um parque municipal no Bosque da Tívoli, em cuja área parcial (8,6 mil m²) o Grupo Marcondes Cesar quer construir um estacionamento, informou que a Procuradoria do Meio Ambiente do MP de São José já estuda o caso.

Mas caso o MP decida por não assumir a ação, o movimento irá cobrar o PSDB.

"Estamos confiantes de que o MP ou o PSDB vai assumir a causa, que visa entregar esse bosque como patrimônio da população", disse Andrea Luswarghi, integrante da coordenação da mobilização.

Segundo ela, o movimento entregou ao MP parecer técnico de Klécia Gili Massi, professora do Departamento de Engenharia Ambiental da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em São José, que mostra o Bosque da Tívoli como "remanescente florestal de vegetação nativa, dossel contínuo, em estágio médio de regeneração".

Tal característica obrigaria a um processo mais restritivo de autorização, incluindo um EIA-Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental)..

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