Mesmo em se tratando de uma estreia tão recente, não há nenhuma precipitação ao afirmar que a escolha de Marcos Mion para apresentar "A Fazenda" foi um acerto da Record.
E nada que possa representar alguma crítica aos seus antecessores, Britto Junior e Roberto Justus. Ao contrário. Os dois, ao jeito de cada um, também deixaram as suas marcas.
Guardadas as proporções, com "A Fazenda", agora, se repete a mesma situação do "Big Brother", quando trocou Pedro Bial por Tiago Leifert na apresentação.
O "sangue novo" não invalida em nada o que foi feito no passado. Trocas que acabam sendo importantes, mas com interferências limitadas no bom ou mau desempenho do programa.
Aliás, para ficar só nos dois, se o "BBB" usa e abusa da simplicidade, "A Fazenda" se caracteriza por tornar tudo mais amarrado, preso às tantas regras criadas pela sua produção.
Só na estreia, Mion foi obrigado a perder quase 10 minutos falando sobre elas, como se o público tivesse esse interesse ou fosse guardar alguma. Se alguma coisa precisa ser corrigida é bem por aí. Tornar "A Fazenda" mais simples e agradável de se ver..